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FREQUENTLY ASKED QUESTIONS

Atualizado em Octobro 2016

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FREQUENTLY ASKED QUESTIONS

1.O que é um Ponto de Função
2. Pontos de Função é para todos?
3. Por que eu deveria querer medir?
4. O que uma associação ao IFPUG pode fazer por mim?
5. Como mostrar a desenvolvedores e gerentes de projeto a importância da análise de Pontos de Função?
6. Como eu mostro a meu grupo de usuários a importância da análise de pontos de função?
7. Como eu mostro a meu grupo de usuários a importância da análise de pontos de função?
8. O que é um baseline de Pontos de Função?
9. Por que eu não deveria usar linhas de código (como uma medida do tamanho de software quando calculando taxas de produtividade e qualidade)?
10. E quanto ao backfiring (a prática de converter SLOC para PF usando uma tabela de conversão com base em linguagens de programação)?
11. Me disseram que precisamos melhorar. Onde eu começo?
12. Queremos melhorar nossa produtividade de desenvolvimento de software, quais informações precisamos ter?
13. O que um CIO precisa saber sobre tamanho de software? (Pontos de Função e SNAP
14. O que um CIO precisa saber sobre Método Ágil & Pontos de Função?
15 Queremos melhorar nosso processo de estimativa usando PF, que outras informações preciso ter?
16. Queremos melhorar nossa qualidade, quais informações preciso ter?
17. Preciso de um consultor CFPS certificado?
18. O que procurar em um consultor?
19. Onde procurar por um consultor?
20. Onde posso fazer mais pesquisa dos conceitos de Pontos de Função?


Pontos
de
Função

1.1 O que é um Ponto de Função?

Pontos de Função é uma unidade de medida padronizada usada para representar o tamanho de software. O método de medição funcional do IFPUG (referido como IFPUG 4.3.1) quantifica a funcionalidade de software provida ao usuário baseado unicamente no seu desenho lógico e requisitos funcionais. O número resultante é chamado uma contagem de Pontos de Função. Com isso em mente, os objetivos da contagem de PF são:

Muitos outros usos de Pontos de Função são encontrados na indústria: formar um denominador comum de métrica de tamanho (por ex., a taxa de outra métrica “por PF”) para análise comparativa de qualidade e produtividade em várias indústrias de TI. Para aprender mais sobre o método de PF do IFPUG (e o Software Non-Functional Assessment Process (SNAP) para quantificar requisitos não-funcionais), clique nos links abaixo:

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1.2 O que é SNAP?

SNAP é o acrônimo de “Software Non-functional Assessment Process.” (Processo de Avaliação Não-Funcional de Software).  É uma métrica de software que complementa o PF.  SNAP permite metrificar requisitos não-funcionais adicionalmente aos requisitos funcionais medidos pelo PF. Ele não substitui Pontos de Função de forma alguma, é usado em adição ao Pontos de Função. Ele representa uma melhora contínua do IFPUG na forma como o software é medido.

1.3  Qual é a diferença entre Pontos de Função e SNAP?

Simplificando, Pontos de Função mede o volume (ou tamanho) do fluxo de dados e armazenamento inerentes a uma aplicação de software.  Estes são chamados de requisitos funcionais de usuários.  SNAP mede o volume (ou tamanho) de outros aspectos do software — tais como, configuração de dados, algoritmos, árvores de decisão, validação de dados, localização de logos etc.  Estes são chamados requisitos não funcionais. Atualmente existem 14 categorias reconhecidas de requisitos não funcionais. O termo requisitos funcionais do usuário “functional user requirements” é frequentemente abreviado como RFU “FUR”. O termo “non-functional requirements” requisitos não funcionais é frequentemente abreviado como RNF “NFR”. Os detalhes específicos sobre a contagem de Pontos de Função estão no Manual de Contagem de Pontos de Função. Os detalhes específicos sobre a contagem de pontos de SNAP está no Manual de Práticas de Avaliação. Ambos estão disponíveis na loja do IFPUG no website  ifpug.org.

1.4 Como os Pontos de Função e pontos SNAP são usados juntos para determinar o tamanho total do software?

O tamanho total do software é medido como o número de pontos de função e o número de pontos SNAP.  Por exemplo, uma aplicação pode ser totalmente medida como 800 Pontos de Função e 300 pontos SNAP.  Como os Pontos de Função medem algo diferente dos Pontos SNAP, ambos não podem ser combinados em uma métrica única; neste exemplo a aplicação de software não pode ser medida como tendo 1100 pontos de algum tipo. Isto é similar a como números reais e imaginários são representados: um número pode ser representado como 800 + 300i, e não como 1100 de algum tipo de número.

Ambos, Pontos de Função e Pontos SNAP, estão associados com esforço. O esforço para desenvolver ou melhorar um produto de software é a soma dos Pontos de Função vezes a produtividade funcional (horas/PF) mais a soma dos Pontos SNAP vezes a produtividade não funcional (horas/PS).

1.5 O SNAP é realmente necessário?

Dependendo da aplicação, muitos desenvolvedores de software e equipes de desenvolvimento reconhecem que uma parte considerável de seu esforço de trabalho não é diretamente medido usando Pontos de Função. Isto pode ser especialmente verdadeiro com aplicações de grande intensidade de algorítmos, aplicações com validações de dados consideráveis e aplicações com “features” “ergonômicas” consideráveis, como layout de páginas e uso de logomarcas.  A melhoria continua identificada pelo IFPUG é que o SNAP contabiliza este trabalho que não é reconhecido por Pontos de Função e que pode ser considerável. Ele prove uma abordagem de medição mais justa e bem-vinda.  Ele pode também ajudar a melhorar previsões de custo e cronograma para projetos de novos desenvolvimentos e melhorias.

1.6 Como eu mostro aos desenvolvedores e aos gerentes de projeto a importância do SNAP?

Em muitas situações desenvolvedores investem esforço em atender aos requisitos não-funcionais. Este esforço não é refletido na medição em Pontos de Função. Desenvolvedores verão o benefício de justificar seu esforço com o tamanho adicional de SNAP, ao invés de mostrar uma produtividade mais baixa em esforço por Pontos de Função.

Usando Pontos de Função e SNAP, os gerentes de projetos podem melhor justificar seu orçamento; eles podem mostrar a seus patrocinadores que mais features estão sendo construídos no software – funcionalidade, medida por Pontos de Função, e aspectos não funcionais, medidos por SNAP.

1.7 Qual é o método mais preciso para estimar esforço em projetos de software?

De acordo com Capers Jones (2012), a precisão da contagem manual de Pontos de Função provê uma margem de erro de 10%. Já o uso de Pontos de Função e SNAP, provê uma margem de erro de 5%.

 

1.8 Quais são os benefícios de usar SNAP ?

A medição de aspectos funcionais e não funcionais de uma aplicação de software auxilia as organizações de TI em várias formas. Provê melhor visibilidade quanto a entrega de projetos de software e de manutenção de aplicações:

  • Melhora a correlação de esforço e tamanho, pois o desenvolvimento de software inclui tarefas que atendem requisitos funcionais e não funcionais;
  • Melhora na estimativa e na previsibilidade de esforço e tempo necessários para entregar um projeto de software;
  • Desenvolvedores não são penalizados por investir esforço em aspectos não funcionais dos requisitos;
  • Usuários podem entender melhor os benefícios de uma aplicação para sua organização;
  • Clientes podem melhor identificar (e quantificar) o valor de seu dinheiro;
  • Cálculos de produtividade de desenvolvimento de software são mais precisos; qualquer variação na métrica de esforço/Pontos de Função pode ser melhor explicada;
  • Projetos que não são funcionais também podem ser medidos;
  • Diferenças de valores de Key Performance Indicators (KPIs) entre projetos podem ser melhor explicadas.

1.9 O SNAP está em uso hoje?

Existem algumas poucas companhias que já usam o SNAP nos EUA, Ásia e Europa no seu processo de estimativa.

1.10 Como eu posso aprender o SNAP?

Você pode obter o Manual do Processo de Avaliação do SNAP (APM) gratuitamente na loja online do IFPUG. Adicionalmente, treinamento certificado é fornecido por companhias listadas no site do IFPUG (http://www.ifpug.org/certification/training-materials-certification/)

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Pontos
de
Função

2.0 Pontos de Função é para todos?

Esta é quase uma pergunta retórica – e a resposta é que depende se você precisa saber quão grande é o software que você está desenvolvendo ou melhorando em projetos de desenvolvimento de software, ou se você precisa saber quão grandes são os sistemas de seu portfolio de software. A medição com Pontos de Função pode rapidamente e facilmente ajudar em taxas de medição (juntamente com outras métricas) para lhe dizer sobre projetos e aplicações:

  • Quais são mais produtivos,
  • Quais produzem maior qualidade de produtos e/ou aplicações de software,
  • Quais tinham estimativas de projeto precisas,
  • A necessidade de utilização de processos de melhoria de software,
  • Quais estão fora da linha do ponto de vista de custo e orçamento (custo unitário);
  • Quais tiveram performance pior (ou melhor) da equipe.

Se você foi desafiado no seu papel de TI a responder estas perguntas, então Pontos de Função é para VOCÊ!

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Pontos
de
Função

3.1 Por que eu deveria querer medir? 

As 25% maiores companhias ao redor do mundo (segundo o ISBSG) confiam na medição de software para gerenciar seu TI e desenvolvimento de software pelas seguintes razões:

  • Você não pode gerenciar aquilo que você não mede;
  • Para identificar projetos de software e aplicações problemáticos e tomar acão corretiva; Em média, grandes projetos de TI rodam 45% acima do orçamento e 7% acima do tempo enquanto entregam 56% menos valor que o previsto. Projetos de software tem o maior risco de superação de custo e cronograma, McKinsey & Company juntamente com a  Universidade de Oxford Outubro 2012 | por Michael Bloch, Sven Blumberg, e Jürgen Laartz[1]
  • Comparar respostas de provedores a RFPs (request for proposal) em licitações;
  • Medição provê uma avaliação do status quo (situação atual) para que você possa entender e melhorar seu processo de desenvolvimento de software. (Referencie Guia para Medição de Software – Release 1.1, pg. 2-4, 3-7 – 3-8;)
  • Para determinar as melhores práticas de sua companhia no desenvolvimento de software
  • Para medir a qualidade do software entregue, e prover um incentivo econômico para as equipes de desenvolvimento produzirem software de qualidade
  • Medições baseadas em Pontos de Função e SNAP proveem um meio de comunicar a seus clientes o tamanho de suas solicitações e também permitem calcular facilmente produtividade, qualidade e precisão de estimativa.
  • Muitos de seus competidores podem já ter tido estas idéias.

[1]http://calleam.com/WTPF/?page_id=1445

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Pontos
de
Função

4.1 O que uma associação ao IFPUG pode fazer por mim?
Ao mesmo tempo que este website e muita da informação fornecida são grátis para associados e não-associados, tornar-se associado do IFPUG traz os seguintes benefícios:

  • Oportunidades de networking on-line e pessoalmente para comunicação com profissionais ao redor do globo que trabalham em companhias como a sua, que já implementaram ou estão tentando implementar um programa de métricas;
  • Preços reduzidos dos dados de análise comparativa do ISBSG (para Lean Six Sigma), além de outros produtos;
  • Oportunidade de participar em comitês que desenvolvem os padrões de Pontos de Função;
  • Conferencias anuais de compartilhamento de conhecimentos que fornecem:
    • Oportunidade de conhecer outras pessoas no campo de métricas;
    • Oportunidades educacionais de aprendizado e de ganhar créditos contínuos educacionais através de workshops organizados antes da conferencia;
    • Acesso a treinamento e teste de certificação para obter Certificações reconhecidas globalmente, incluindo:
      • CFPS: “Certified Function Point Specialist” – Especialista Certificado em Pontos de Função (A designação de métrica de tamanho funcional original e mais amplamente reconhecida);
      • CFPP: “Certified Function Point Practitioner” – Praticante Certificado em Pontos de Função (para profissionais que são praticantes mas não necessariamente experts em Pontos de Função);
      • CSP: Certified SNAP Practitioner – Praticante Certificado em SNAP (a única designação ao redor do globo que testa conhecimento sobre requisitos de software não funcionais);
    • Oportunidade de ouvir experts da indústria e pessoas experientes sobre seus sucessos (e falhas!) no campo de métricas.
  • Publicações profissionais:
    • “Metric Views” (bi-anual) – disponível como jornal online e impresso apresentando artigos interessantes e oportunos sobre medição de software, novidades do IFPUG, atualizações dos comitês e informações sobre os últimos avanços no mundo de métricas de software;
  • Descontos significativos nos produtos do IFPUG incluindo:
    • O padrão ISO e Manual de Práticas de Contagem do IFPUG (CPM) completo com aproximadamente 300 páginas de regras, atalhos e exemplos de contagem;
    • Estudos de Caso de PF incluindo exemplos com passo-a-passo de como aplicar as regras de CPM para requisitos de software;
    • Guia para Relatórios Gerenciais com páginas com conselhos úteis para implementação bem-sucedida de Pontos de Função para entregar resultados gerenciais;
    • White papers e outros materiais do IFPUG que ilustram efetivamente as contagens de PF em variados tipos de aplicações (p.e., data warehouses), em tecnologias mais recentes (client server, web, etc.,) e metodologias (p.e., Método Ágil.)
  • Acesso a área segura do website do IFPUG, restrita a associados, onde encontrará um quadro ativo de boletins em que associados trocam dicas e técnicas relacionadas a medição de software (você pode inclusive fazer perguntas para toda a comunidade do IFPUG para receber uma resposta),
  • Para obter as últimas cópias do CPM, SNAP e outros documentos, clique aqui para ser levado para nossa loja online onde você pode incluir produtos em seu carrinho e fazer checkout.

Por favor visite a Loja Online aqui.

4.2 Existe uma tarifa para os serviços do IFPUG?
Associados do IFPUG recebem um desconto para participar de conferencias, workshops, literatura adicional e para ganhar acesso às áreas exclusivas de associados do website. Adicionalmente, todos os associados do IFPUG são incentivados a se envolver com a comunidade IFPUG e participar como associados em um de nossos vários comitês. Todos os outros benefícios são grátis.

4.3 Como vendo Pontos de Função, SNAP (e medição de software) para a minha gerencia senior?

O primeiro passo é ser conhecedor das vantagens de análise de Pontos de Função e SNAP (é uma medição objetiva do tamanho de software que é independente das ferramentas, técnicas, habilidades e métodos usados para construir o software) e aprender sobre o retorno positivo nos investimentos que podem ser ganhos a partir de um programa de métricas baseado em Pontos de Função.

O próximo passo é pesquisar sobre dados disponíveis da indústria (particularmente útil para companhias que ainda não coletaram dados históricos de PF), como por exemplo os dados disponíveis do ISBSG.

Os dados de benchmark do International Software Benchmarking Standards Group (ISBSG)  são um repositório mundial de projetos de desenvolvimento de software (e Pontos de Função) que podem ser usados efetivamente para estimativas de projeto, para fazer análises comparativas (por projetos de tipos diferentes) e para balizar a performance de projetos de sua própria companhia (produtividade e qualidade.). Associados do IFPUG recebem um desconto em todos os produtos do ISBSG.

 

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Pontos
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Função

5.0 Como mostrar a desenvolvedores e gerentes de projeto a importância da análise de Pontos de Função?
Análise de Pontos de Função (APF) te permite produzir planos de projetode uma precisão quantificável e como extensão acompanhar progresso do projeto e gerenciar aumento de escopo. Adicionalmente desenvolvedores podem atingir as tarefas assinaladas para uma dada data alvo devido a estimativas mais precisas usando a análise de Pontos de Função e dados históricos.

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Pontos
de
Função
6.0 Quais são as ferramentas disponíveis para melhorar minhas estimativas de Pontos de Função?

Projetos de novos desenvolvimentos de software podem ser medidos usando COSMICEstimativa Preliminar de Pontos de Função  e ferramenta de Estimativa Comparativa do ISBSG .

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Pontos
de
Função

7.0 Como eu mostro a meu grupo de usuários a importância da análise de pontos de função?
Análise de Pontos de Função avalia o tamanho funcional do software baseado no exame de requisitos funcionais do usuário (“O que o software faz em termos de processos e procedimentos de negócios”). Como tal, APF, olha para o software da perspectiva do usuário e quantifica os Pontos de Função baseado em cinco componentes padrão focados no usuário do software: dois tipos de entidades de dados armazenadas (referenciadas como Arquivos Lógicos Internos e Arquivos de Interface Externa), e três tipos de processos de negócio (referenciados como Entradas Externas, Saídas Externas e Consultas Externas). Os resultados de uma contagem de PF (uma lista dos processos de negócio contados e o tamanho funcional de seus componentes) são gerados em termos que o usuário pode entender. As contagens de PF fornecem uma linguagem comum que pode ser usada para discussões tanto com desenvolvedores de software quanto com usuários, da mesma forma. O processo de contagem na verdade ajuda a salientar/descobrir requisitos faltantes e fornece uma estimativa objetiva e precisa do tamanho do produto de software, consequentemente ajudando o usuário a controlar seu orçamento.

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Pontos
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Função

8.1 O que é um baseline de Pontos de Função?

  • Um  baseline de aplicação é o tamanho das funções atuais fornecido ao usuário pelo sistema.

 

  • Um baseline corporativo ou da companhia é a soma de todas contagens dos baselines dos sistemas individuais.

 

8.2 Eu preciso de um baseline de Pontos de Função?

A resposta depende do que você quer fazer com os números.  Se seu objetivo é identificar o tamanho de uma aplicação de software porque você quer substituí-la, então saber o quão grande é sua aplicação corrente lhe dará uma boa base do tamanho para usar na estimativa do custo da substituição. Se o seu objetivo é identificar a quantidade de mudanças (melhorias) ou de crescimento que acontece ao longo do ano em melhorias de software, então você deve querer fazer uma contagem do baseline.

  • Se seu objetivo é melhorar qualidade, produtividade ou precisão de estimativa de projetos, então você pode não precisar de um tamanho do baseline mas uma contagem do tamanho do desenvolvimento de software ou das mudanças.
  • Se seu objetivo é comparar os custos de suporte e manutenção (baseado em “por PF”) pelo seu portfolio ou conjunto de aplicações, então você deve querer uma contagem de baseline destas aplicações.

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Pontos
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Função

9.0 Por que eu não deveria usar linhas de código (como uma medida do tamanho de software quando calculando taxas de produtividade e qualidade)?

Esta questão aparece frequentemente quando companhias consideram usar Pontos de Função ou linhas de código (SLOC) como sua unidade de medida para tamanho do software. Pontos de Função tem a vantagem de ser independente de tecnologia e implementação, enquanto linhas de código (SLOC) tem as seguintes desvantagens:

  • Linhas de código tendem a recompensar um desenho “prolixo” e penalizar o desenho conciso (i.e., mais linhas de código “spaghetti” podem não ser tão produtivas quanto uma codificação com menos linhas de código e que faz a mesma coisa. Código maior não significa necessariamente mais produtivo quando relacionado a linhas de código;
  • Não existem padrões da indústria (tal como ISO) para linhas de código fonte (i.e., algumas pessoas advogam contar linhas de comando não comentadas mas isto não é universalmente aceito e as variações permanecem);
  • Linhas de código não pode ser facilmente usado para normalizar por plataforma, linguagem ou por organização (porque o número de linhas de código varia dependendo da linguagem de programação ou das convenções da linguagem);
  • Algumas linguagens de 4G nem mesmo usam linhas de código;
  • Taxas baseadas em linhas de código podem ser muito enganosas – referir-se a Capers JonesProductivity Paradox.

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Pontos
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Função

10.0 E quanto ao backfiring (a prática de converter SLOC para PF usando uma tabela de conversão com base em linguagens de programação)?

  • Backfiring é baseado em linhas de código, então você encontra as mesmas dificuldades que em usando linhas de código.
  • Pode ser usado com cautela em sistemas legados com poucas perspectivas de trabalho adicional.
  • Backfiring pode ser de valia se a precisão não for um problema.

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Pontos
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Função

11.1 Me disseram que precisamos melhorar. Onde eu começo?

  • Comece por identificar o que necessita melhorar. O modelo GQM(Goal/Questão/Métrica) pode ajudar nesta tarefa. Outros recursos adicionais (downloadable) estão disponíveis no website website Practical Software and Systems Measurement (PSSM)  Uma vez que você tenha os gols e as métricas para sua medição definidos, o tamanho em PF provavelmente será uma métrica importante para coletar como denominador comum para taxas de produtividade e qualidade.
  • Uma vez que seus goals de melhoria tiverem sido estabelecidos, eles indicarão onde sua melhoria deve começar (p.e., na área de qualidade, produtividade ou precisão de estimativa).
  • Junte-se ao IFPUG e se conecte a outros associados no nosso board interno de associados sobre como eles conseguiram implementar com sucesso melhorias de processo e métricas baseado em pontos de função.

11.2 Se sou só eu e 500 desenvolvedores, onde começo?

Determine quais os problemas correntes mais críticos dos seus desenvolvedores. Comece seu processo de medição (usando o modelo GQM mencionado acima) tendo como alvo estas áreas e comece a comunicar imediatamente os resultados para ter suporte e buy-in.  Experts aconselham a começar o programa de métricas em escopo reduzido, ganhar buy-in com os resultados das medições ANTES de fazer a implementação para toda a companhia. Desta forma, você poder se assegurar que você identificou as métricas certas, colocou em prática os processos de medição corretos e ganhou pequenas batalhas antes de expandir para audiências maiores.

11.3 Se produtividade é importante, onde devo medir a produtividade – novo desenvolvimento, manutenção etc?

Novamente, depende dos seus gols para as medições. Com o método GQM, você pode usar a análise de Pareto (regra dos 80/20) para determinar quais são suas “áreas de dor” e definí-las como alvo de suas medições iniciais de produtividade. Por exemplo, se você está com equipe reduzida e com desafios na área de suporte/manutenção de software, então as taxas de suporte (FTE por 1000 PF, por exemplo) podem ser usadas para provar objetivamente a escassez ou não.

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Pontos
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12.1 Queremos melhorar nossa produtividade de desenvolvimento de software, quais informações precisamos ter?

  • Taxas diferentes pode ser usadas para determinar produtividade, cada uma delas inclui Pontos de Função. Refira-se ao Guia de Relatórios Gerenciais ou ao Estimando Projetos na Prática do ISBSG (um produto ISBSG) para orientação.

12.2 O que eu preciso para fazer uma contagem de PF?

O Manual de Práticas de Contagem do IFPUG (atualmente na versão 4.3.1) indica os pré-requisitos em termos de documentos/artefatos necessários para fazer uma contagem de PF.  O primeiro passo é determinar o escopo e objetivo da contagem e se você vai contar o tamanho de uma aplicação de software (baseline) ou o tamanho do projeto de desenvolvimento/melhoria de software (contagem de projetos de novo desenvolvimento ou de melhoria).  Note que cada pedaço do software é considerado uma fronteira de aplicação separada (veja o CPM para maiores detalhes) e terá uma contagem de Pontos de Função própria.

Para fazer uma contagem de Pontos de Função, você precisa saber o seguinte (requisitos funcionais do usuário) sobre o software:

  • Saídas definidas pelo usuário que cruzam a fronteira da aplicação e são resultado de um processamento único (p.e., layouts de relatórios, layouts de telas, layouts de arquivos de saída).
  • Entradas definidas pelo usuário que cruzam a fronteira da aplicação e que disparam um processamento único (p.e., layouts de tela, layouts de arquivo, arquivos de entrada batch).
  • Armazenagens de dados definidas pelo usuário que são mantidas pela aplicação (p.e., layouts de arquivo, definições de tabelas, base de dados ou de entidades).
  • Armazenagens de dados definidas pelo usuário que são acessadas para referência pela aplicação (p.e., layouts de arquivo, definições de tabelas).
  • Queries definidas pelo usuário que cruzam a fronteira da aplicação (p.e., formatos de relatórios, layouts de tela).
  • O processo de contagem de PF é integralmente descrito no Manual de Práticas de Contagem do IFPUG.
  • Taxa de suporte = Pontos de Função da aplicação / horas de esforço para suportar a aplicação
  • Taxa de melhoria = Pontos de Função do projeto de melhoria ou mudança / horas de esforço do projeto
  • Taxa de entrega (Time to Market) = Pontos de Função entregues da aplicação de software / duração
  • Para informações mais detalhadas na análise de Pontos de Função, refira-se ao Manual de Práticas de Contagem do IFPUG.
  • Métodos Ágeis de Desenvolvimento de Software para melhorar a taxa de entrega.

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Pontos
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13.0 O que um CIO precisa saber sobre tamanho de software? (Pontos de Função e SNAP)

Gerenciamento do Portfolio de TI é um assunto muito importante para executivos sênior. O tamanho de software pode ajudar a liderança a estimar o retorno do investimento de seus projetos de TI e comparar alternativas com análise de custo-benefício. Pontos de Função e SNAP podem ser usados juntamente com outras métricas (esforço de projeto, defeitos, etc.) para monitorar tendências e fazer análises comparativas.

 

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Pontos
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14.0 O que um CIO precisa saber sobre Método Ágil & Pontos de Função?
A consideração mais importante ao usar qualquer medição para comparar ou avaliar tipos diferentes de projetos ou contratos é a consistência. Muitas vezes desenvolvedores irão rejeitar PF em projetos de Método Ágil (dizendo que o projeto de Método Ágil não pode ser contado usando PF) ou abraçá-la (pensando que eles podem obter mais PFs do que projetos do tipo cascata contando PFs durante sprints!). Nenhum dos dois está correto! PF representa o tamanho de um pedaço de software entregue baseado na sua funcionalidade (requisitos funcionais do usuário) – que são processos de negócio completos e consistentes. (Veja o artigo Counting FP on Agile/Iterative Projectspara mais detalhes.)

PF pode ser uma forma efetiva de dirigir e avaliar contratos de preço fixo, e pode ser útil para comparar RFPs contra e entre competidores durante o processo de licitação para os projetos de desenvolvimento de software. (p.e., o preço por PF de duas propostas pode variar bastante e indicar que um fornecedor pode não ter compreendido completamente quais são os requisitos funcionais do software a ser desenvolvido.)

Na indústria de software e de terceirização, tanto a IBM quanto a CGI usam PF (e tem equipes certificadas de especialistas de Pontos de Função) para revisar a submissão de propostas.

Os vários tipos de contrato podem se beneficiar em incluir uma estimativa de Pontos de Função na sua proposta e alguns países (inclusive Itália, Brasil, Coréia e Finlândia) estão aumentando o uso de propostas baseadas em PF e a precificação em PF (custo por PF) para contratação de software.

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Função

15.0 Queremos melhorar nosso processo de estimativa usando PF, que outras informações preciso ter?
Estimativa de software é sozinha uma área mas os pré-requisitos para fazer estimativa de software usando PF como métrica de entrada (para o software ser desenvolvido) inclui ao menos os seguintes atributos:

  • Tipo de desenvolvimento (novo desenvolvimento ou melhoria);
  • Plataforma (considerações de hardware e de arquitetura);
  • Linguagem (nível ou linguagem de programação);
  • Experiência da equipe;
  • Técnicas (metodologia de desenvolvimento);
  • Restrições externas; e
  • Aumento de escopo (scope creep)

Quer você esteja usando um processo de estimativas caseiro, usando o repositório do ISBSG para taxas de entrega históricas, ou um pacote de software profissional, você necessitará saber as taxas (taxa de entrega) para projetos similares para poder fazer uma estimativa boa e confiável. Existem pacotes de software disponíveis no mercado para ajudar na confiabilidade de estimativas.

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Pontos
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Função

16.0 Queremos melhorar nossa qualidade, quais informações preciso ter?

  • Qualidade tem significados diferentes para pessoas diferentes. Primeiro é necessário determinar o que qualidade significa na sua própria organização. ISO 9126 Atributos de qualidade de sistemas de software e processos de GQM (Goal/Questão/Métrica) podem ajudá-lo(a) aqui.
  • Exemplos de métricas de qualidade são:
    • Densidade de defeitos – número de defeitos/tamanho da aplicação em pontos de função; e
    • Taxa de entrega de defeitos – número de defeitos entregues no primeiro mês de operação.

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Pontos
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Função
17.0 Preciso de um consultor CFPS certificado?
Esta é uma pergunta que todas companhias precisam responder por si só. Algumas questões para pensar são:

  • Queremos obter um baseline completo em poucos meses? Se a resposta for sim, o sensato é que o departamento de TI tenha vários contadores certificados para poder ajudá-lo(a). Enquanto a contagem é feita, você pode ter um ou mais colaboradores se certificando em PF que serão então responsáveis por manter os baselines.
  • Queremos somente começar a contar e estimar nossos “grandes projetos”. Se isto é o que você procura, você pode enviar alguns colaboradores para um workshop do IFPUG e/ou conferencia para serem treinados. Depois do treinamento, eles estarão aptos a fazer as contagens e começar a colecionar os dados. Você também deve pensar em ter um ou mais colaboradores certificados em PF para auditar as contagens.
  • Você não tem a menor ideia do que o chefe está procurando mas sabe que deve começar a medir. Se você encontra-se neste grupo, talvez seja interessante trazer um consultor que pode fazer uma sessão de GQM (Goal/Questão/Métrica) para determinar as medições iniciais. Neste ponto, você pode enviar algumas pessoas para um workshop do IFPUG e/ou conferencia para serem treinados.
  • Você é parte de uma grande companhia e o chefe quer começar a medir TUDO já. Se você encontra-se neste grupo, você pode querer trazer um consultor para:
    • Fazer uma sessão de GQM (Goal/Questão/Métrica); e
    • Treinar várias pessoas para contar Pontos de Função.
    • Você pode também querer designar algumas pessoas como coordenadores de todo o esforço e outras pessoas para executar as contagens e coletar os dados. Os coordenadores devem ser certamente certificados na contagem de Pontos de Função pois serão chamados para auditar as contagens e tomar decisões quando as dúvidas forem levantadas.

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18.1 O que procurar em um consultor?

  • Alguém que tenha experiência em contagem.
  • Alguém que seja certificado pelo IFPUG (CFPS). Se usar SNAP, deve ser certificado pelo SNAP (CSP).
  • Deve ter experiência de contagem na sua indústria.
  • Habilidades interpessoais boas – compatíveis com a cultura de sua corporação
  • Experiência em integrar Pontos de Função com um programa de métricas já bem estabelecido.

18.2 Como identificar a certificação IFPUG de um consultor?

Navegue na página Public Certification Search do site do IFPUG e envie uma pergunta usando os campos de nome e os critérios apropriados de busca.

 

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Pontos
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Função

 

19.1 Onde procurar por um consultor?
Verifique nossa Vendor list para todos os fornecedores associados ao IFPUG.

 

19.2 Quem são os associados ao IFPUG ?   
IFPUG tem vários associados em vários países ao redor do globo. Temos associados nas maiores categorias de indústria, incluindo mas não limitando-se a:

  • aeroespacial
  • bancária
  • financeira
  • telecomunicações
  • seguros
  • manufatura
  • varejo
  • serviços públicos
  • governo
  • desenvolvimento de sistemas de computador

Um dos maiores benefícios da associação do IFPUG é o acesso a uma rede de associados IFPUG (via bulletin board ou email) que implementaram com sucesso programas de medição e melhoria baseados em PF nas suas organizações.

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Pontos
de
Função

20.0 Onde posso fazer mais pesquisa dos conceitos de Pontos de Função?
Cheque nossa Bibliography/Reference Library para leituras adicionais em Análise de Pontos de Função.

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