ISMA 15 conferência: Usando FPA a pagar Contratos de Desenvolvimento de Software – Soluções do governo brasileiro

ISMA 15 conferência: Usando FPA a pagar Contratos de Desenvolvimento de Software – Soluções do governo brasileiro

Eduardo Alves de Oliveira (COPPE-UFRJ – Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro)

 

Tópicos principais:

  • Introdução ao SISP
  • Como usar SISP em contratos de desenvolvimento de software
  • Contando projectos usando SISP com exemplos
  • Lacunas e problemas no SISP
  • Como actualizar o SISP

 

Benefícios para os participantes:

  • Entenda uma maneira de medir o esforço de projeto de desenvolvimento de software utilizando a Análise de Pontos de Função
  • Quando a análise de pontos de função é usado para pagar projetos de desenvolvimento de software que tópicos são importantes
  • Que lacunas e problemas ocorrer quando você usa um método esforço para pagar um contrato de desenvolvimento de software

 

Abstrato:

Uma vez que o Governo brasileiro decidiu usar a análise de pontos de função para pagar contratos de software muitas coisas aconteceram. boas e más decisões foram adotadas e depois de muitos ajustar o governo brasileiro encontrou uma boa solução. Esta solução é um manual esforço chamado SISP (Sistema de Gestão de manual do esforço de Recursos de Tecnologia da Informação). A versão actual deste manual é 2.2.

A adoção de SISP nos contratos de desenvolvimento de software, que visa o pagamento dos projectos, trouxe mudanças nas relações contratuais entre as empresas de desenvolvimento de software no Brasil eo governo brasileiro. Esses ajustes contratuais passar por preços, acordos de nível de produtividade e de serviços.

Como o FP (Ponto de função) foi convertido em uma métrica esforço para ser usado em projetos de desenvolvimento de software no Brasil? A apresentação mostra exemplos reais de projetos de contagem usando o SISP 2.2.

Depois de anos de experiência na adoção de esforços manuais o governo brasileiro ainda tem desafios para melhorar esse modelo de contratação. Estes desafios incluem a medição de requisitos não-funcionais e SISP ajusta quando surgem novas tecnologias (por exemplo, dados de grande).


Sobre o alto-falante:


Eduardo Alves de Oliveira é membro de IPFUG CEC, doutorando em COPPE-UFRJ (Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), mestrado em IME (Instituto Militar de Engenharia). Licenciatura em Ciência da Computação pela UFRJ, pós-graduação em UFRG (Federal University of Rio Grande do Sul) e NCE-UFRJ. experiência profissional de mais de 19 anos em tecnologia da informação. CFPS desde 2004. Analista de Sistemas e instrutor SERPRO (Federal Service Data Processing do Ministério da Fazenda do Brasil). Consultor em métricas de software e qualidade. Instrutor em cursos de pós-graduação no CCE (Cursos de Extensão centrais) pela PUC-Rio Universidade (Disciplinas Métricas projetos de software e software de qualidade). Foi selecionado para ser um orador em: ISMA 14 (Cleveland, EUA - 2017), Conferência de Outono Nesma 2015 (Utrecht, Holanda), A Conferência Internacional Tenth de Engenharia de Software Avanços – ICSE 2015 (Barcelona, Espanha), Nesma IWSM MENSURA 2014 (Rotterdam, Holanda), WORLDCOMP'13 – SERP'13 – o 2013 Conferência Internacional de Engenharia de Software Research and Practice (Las Vegas, EUA), ISMA 7 (Fénix, EUA – 2012), instrutor e palestrante em ISMA 5 (São Paulo, Brasil – 2010), orador e membro da mesa redonda 2 CBMAS (Congresso Brasileiro de Medição e Análise) (São Paulo, Brasil – 2011) e palestrante em Metrics Conferência 2012 (São Paulo, Brasil). Um dos autores do livro “O Guia IFPUG para TI e Medição de Software” publicada por IFPUG em 2012.